Desde os primeiros meses de vida, o pequeno Kauan é acompanhado pelo Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias do Hemocentro de Brasília. Paciente com hemofilia, ele foi convidado pelo Ministério da Saúde para participar de uma ação de conscientização durante a Supercopa do Brasil, realizada no início de fevereiro na Arena Mané Garrincha, em Brasília, compartilhando com o público a realidade de crianças que dependem do cuidado contínuo da rede pública de saúde.
Kauan é um dos mais de 300 pacientes com hemofilia atendidos pelo Hemocentro de Brasília. Hoje com dois anos de idade, ele passou recentemente a utilizar o emicizumabe, medicamento que transformou o tratamento da doença no Sistema Único de Saúde. Lançado pelo Ministério da Saúde em outubro de 2025 para crianças de até seis anos, o tratamento pode reduzir em até 90% os episódios de sangramento e contribuir para mais qualidade de vida das famílias.
A participação do paciente na Supercopa ajudou a dar visibilidade à realidade de crianças que dependem do tratamento especializado oferecido pela rede pública de saúde, reforçando o papel do SUS e dos hemocentros no cuidado integral às pessoas com hemofilia e no acesso a uma vida com mais qualidade e esperança.
Notícia com informações do Hemocentro de Brasília